Na postagem de hoje vou comentar a respeito de um dos mais belos e únicos locais do mundo: Pamukkale ( que em turco significa "Castelo de Algodão" ). Pamukkale está localizada na província de Denizli, sudoeste da Turquia, na região do mar Egeu, distante cerca de 650 Km de Istambul. O local é formado por fontes de águas termais e piscinas naturais de calcário e cálcio (chamadas de travertines), únicas no mundo. Localizada logo no topo das piscinas calcárias encontram-se as ruínas da importante cidade histórica de Hierápolis (escreverei um post especial sobre a cidade brevemente). De acordo com a tradição oral, as águas minerais de Pamukkale, além de ajudar na cura de varios males, tais como problemas de pressão, de rins, reumatismo, entre outros, também teria propriedades de "embelezamento" . Diz a lenda que uma moça muito feia não conseguia nenhum pretendente a casar-se com ela, infeliz com tal destino de solteirona, a moça tentou cometer suicídio, atirando-se do alto das travertines, caindo dentro de uma das piscinas de água mineral, atraiu a atenção do governador de Denizli, que encantado com sua beleza, prometeu matrimônio no mesmo momento.
Toda essa beleza esteve a ponto de extinguir-se, pois nas décadas de 70 e 80 foram construídos hotéis às margens das travertines, que retiravam água termal do local para o abastecimento dos estabelecimentos. O resultado dessa exploração foi que a água termal das piscinas calcárias começaram a secar e todo o calcário entrou em processo de escurecimento. Houveram protestos na sociedade turca a esse respeito, e em 1988 Pamukkale foi declarada patrimônio da humanidade e os hotéis foram fechados e demolidos. Atualmente existem hotéis somente fora da área de preservação de Pamukkale.
Com a finalidade da preservação e recuperação das piscinas termais, o visitante que vai a Pamukkale tem que entrar sem sapatos no local ( o que é bastante incômodo, pois as pedras calcárias acabam por machucar os pés mais sensíveis), e o banho não está permitido em todas as piscinas, só nas maiores (algumas delas artificiais, construídas especialmente para o banho dos turistas). A sensação que se tem ao pisar nas piscinas, com aquele tipo de "argila" branca e água morna é muito boa e relaxante, o único desconforto são as pedrinhas calcárias que realmente incomodam os pés.
Como quase tudo aqui na Turquia, com o advento do conservadorismo atual, vi mulheres de lenço entrarem de sapatilhas de plásticos em todo o percursso nas piscinas calcárias, enquanto as demais mulheres, não cobertas, eram proibidas de protejer seus pés. Minha única crítica a visita a esse local maravilhoso foi essa, notar que os guardinhas, que ficavam de olho para ver se tinha alguém calçado no local, pareciam não enxergar os pés das mulheres de lenço na cabeça! Mas infelizmente, esse tipo de coisa acontece muito por aqui, outro exemplo disso é que nos aeroportos, pode estar fazendo o maior frio, mas as mulheres que não usam lenço na cabeça são obrigadas a tirarem os casacos para passar no detector de metais da entrada dos aeroportos, já as de lenço, passam batido, não tiram casaco, muito menos o lenço!
Vista geral de uma parte das travertines
Anoitecer com as travertines ao fundo
Detalhe da recuperação das travertines, uma pequena piscininha natural começa a nascer
Vista de uma das maiores piscinas
Vista do alto, ao fundo um local para banhos de piscina
Detalhe das travertines, algumas sêcas, ainda em recuperação
Vista de uma das partes
Travertines ainda sêcas
A beleza das travertines de águas azuladas
Vista geral da sudida (ou descida)
Uma das piscinas
Outra vista geral
Espécia de clube com piscinas, ao alto Pamukkale
Vista de Pamukkale da estrada
sábado, 2 de março de 2013
sábado, 19 de janeiro de 2013
Shopping Centers na Turquia
Vista do Kanyon pelo lado de fora. Entrada principal. |
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Corredores do Kanyon
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Vista do shopping Kanyon e sua arquitetura diferenciada
Outra vista do Kanyon
Mais Kanyon |
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Vista interna do Cevahir |
Vista interna do Cevahir, entrada principal |
Hoje vou comentar sobre os shopping centers aqui na Turquia. Quem nunca veio a Turquia muitas vezes pensa que aqui só se faz compra em bazares, lojinhas em ruas antigas e shoppings velhos. Uma das coisas que me surpreendeu, quando aqui vim morar, foi a quantidade de shoppings centers existentes nas cidades turcas, pequenas ou grandes. Outra coisa que me surpreendeu foi constatar que os shoppings das grandes cidades, como Istambul, Ancara e Izmir, são todos modernos, e possuem as grandes lojas de marca da europa. E os preços? Os preços também são surpreendentementes baratos! Aqui se compra tudo muito mais barato que no Brasil, inclusive nas lojas de marcas conhecidas internacionalmente.
O maior shopping center da europa, e um dos maiores do mundo, está localizado em Istambul, é o Cevahir Shopping Mall. Inaugurado em 2005, o shopping possui mais de 200 lojas, distribuídas em seus 6 andares, oferece estacionamento para 2 mil e 500 carros e funciona todos os dias do ano, de 10 as 22 horas. O Cevahir fica no bairro de Sisli.
Outro shopping center bastante interessante de se visitar em Istambul é o Kanyon Shopping Mall, que possui uma arquitetura totalmente diferente, com áreas cobertas e não cobertas. O shopping possui 160 lojas, estacionamento para 2 mil e 300 carros, foi inaugurado em 2006 e está localizado no bairro de Levent. Também está aberto todos os dias do ano.
Todos os shopping centers das grandes cidades turcas funcionam todos os dias do ano e a grande maioria oferece estacionamento gratuito aos clientes. Com exceção de Istambul, que por ser uma cidade com mais de 9 milhões de habitantes, e ter sérios problemas de trânsito e de estacionamento, os grandes shoppings centers cobram pelo estacionamento.
Para quem vem a Turquia e gosta de fazer umas comprinhas, fica a dica.
sábado, 29 de dezembro de 2012
Casa da Virgem Maria ( Meryem Ana Evi )
Está localizada nas montanhas, próximas a antiga cidade histórica de Éfesus, a casa onde teria vivido a virgem Maria após a morte de Cristo. A humilde casinha se encontra a cerca de 8 km da cidade de Selçuk, no alto do monte Koressos, no Parque Maryemana Kultur Parki .
Segundo a Bíblia : "..Ora Jesus, vendo ali sua mãe, e que o discípulo a quem ele amava estava presente, disse a sua mãe: Mulher, eis aí o teu filho. Depois disse ao discípulo: Eis aí tua mãe. E desde aquela hora o discípulo a recebeu em sua casa..." João 19:26-27. Após a morte de Jesus, o apóstolo João teria fugido com a virgem Maria para a cidade de Éfesus, importante porto marítimo daquela época (região do mediterrâneo da Turquia na atualidade), no ano 37 DC, ano que em os cristãos começaram a ser ferozmente perseguidos em Jerusalém.
As ruínas da casa foram descobertas no século XIX pelo padre francês Julien Gouyet, que seguiu relatos contidos em livro sobre a série de visões que a freira alemã, Anne Catherine Emmerich, teria tido a respeito dos últimos dias da vida de Cristo e sobre detalhes da vida da virgem Maria. No livro sobre as visões da freira, publicado em Munique em 1852, é relatado com detalhes a localidade e a estrutura da casa onde teria vivido a virgem Maria. A veracidade sobre a casinha ter sido realmente a última morada da virgem Maria é parte da tradição oral, mantida pelos descendentes dos primeiros cristãos ortodoxos da igreja de Éfesus, moradores da localidade de Kirkince. O local onde está erguida a casa era chamado de Panaya Kapulu por esses primeiros cristãos.
Em termos arqueológicos não ficou comprovado que no local teria mesmo vivido a virgem Maria, já que parte da estrutura da casa remonta ao século IV (o que sugeriria uma reforma do local), no entanto, suas fundações remontariam ao século I. A casa atual teria sido reformanada novamente nos anos 50.
O casa foi declarada local de peregrinação cristã em 1896, pelo Papa Leão XIII. Os Papas Paulo VI, João Paulo II e Benedicto XVI visitaram o santuário.
A casa da Virgem Maria também é considerada local de importante visitação para os muçulmanos.
Estátua da virgem Maria ao pé do monte está localizada sua última morada.
Entrada do parque onde se encontra a Casa da Virgem Maria.
Nos jardins da casa local onde os fiéis depositam velas e suas preces.
Em outra parte do jardim encontra-se esse muro, onde os fiés escrevem em papéizinhos os seus pedidos e ali depositam.
Vista da entrada e da parte lateral da casa.
Também se encontra no jardim, logo abaixo da casa, fonte de água natural que viria de lençol freático que passa por debaixo da casa. Os fiéis acreditam que essa água é abençoada.
Outra vista dos jardins.
Vista da lateral da casa.
Outra parte do agradável jardim.
Fachada e fundo da casa.
Vista da entrada principal da casa. Não foi possível fotografar o interior da casa, pois é proibido. Mas trata-se de uma pequena e simples casa de pedra, de dois cômodos, onde atualmente abriga uma capela de orações.
Segundo a Bíblia : "..Ora Jesus, vendo ali sua mãe, e que o discípulo a quem ele amava estava presente, disse a sua mãe: Mulher, eis aí o teu filho. Depois disse ao discípulo: Eis aí tua mãe. E desde aquela hora o discípulo a recebeu em sua casa..." João 19:26-27. Após a morte de Jesus, o apóstolo João teria fugido com a virgem Maria para a cidade de Éfesus, importante porto marítimo daquela época (região do mediterrâneo da Turquia na atualidade), no ano 37 DC, ano que em os cristãos começaram a ser ferozmente perseguidos em Jerusalém.
As ruínas da casa foram descobertas no século XIX pelo padre francês Julien Gouyet, que seguiu relatos contidos em livro sobre a série de visões que a freira alemã, Anne Catherine Emmerich, teria tido a respeito dos últimos dias da vida de Cristo e sobre detalhes da vida da virgem Maria. No livro sobre as visões da freira, publicado em Munique em 1852, é relatado com detalhes a localidade e a estrutura da casa onde teria vivido a virgem Maria. A veracidade sobre a casinha ter sido realmente a última morada da virgem Maria é parte da tradição oral, mantida pelos descendentes dos primeiros cristãos ortodoxos da igreja de Éfesus, moradores da localidade de Kirkince. O local onde está erguida a casa era chamado de Panaya Kapulu por esses primeiros cristãos.
Em termos arqueológicos não ficou comprovado que no local teria mesmo vivido a virgem Maria, já que parte da estrutura da casa remonta ao século IV (o que sugeriria uma reforma do local), no entanto, suas fundações remontariam ao século I. A casa atual teria sido reformanada novamente nos anos 50.
O casa foi declarada local de peregrinação cristã em 1896, pelo Papa Leão XIII. Os Papas Paulo VI, João Paulo II e Benedicto XVI visitaram o santuário.
A casa da Virgem Maria também é considerada local de importante visitação para os muçulmanos.
Estátua da virgem Maria ao pé do monte está localizada sua última morada.
Entrada do parque onde se encontra a Casa da Virgem Maria.
Nos jardins da casa local onde os fiéis depositam velas e suas preces.
Em outra parte do jardim encontra-se esse muro, onde os fiés escrevem em papéizinhos os seus pedidos e ali depositam.
Vista da entrada e da parte lateral da casa.
Também se encontra no jardim, logo abaixo da casa, fonte de água natural que viria de lençol freático que passa por debaixo da casa. Os fiéis acreditam que essa água é abençoada.
Outra vista dos jardins.
Vista da lateral da casa.
Outra parte do agradável jardim.
Fachada e fundo da casa.
Vista da entrada principal da casa. Não foi possível fotografar o interior da casa, pois é proibido. Mas trata-se de uma pequena e simples casa de pedra, de dois cômodos, onde atualmente abriga uma capela de orações.
sábado, 22 de dezembro de 2012
Silifke (Seleucia)
Por quase toda a costa do Mediterrâneo turco é possível encontrar ruínas de castelos, cidades e fortalezas construídas na época do período helenístico e dos impérios romano e bizantino. Toda a costa mediterrânea turca é muito rica em termos arqueológicos. Uma das interessantes áreas, porém pouco visitada pelo turista estrangeiro, é a região da província de Mersin. No post de hoje vou comentar sobre uma dessas áreas, a cidade de Silifke (antiga Seleucia) e seu imponente castelo.
A cidadezinha de Silifke está situada há 80 Km da cidade de Mersin, às margens do rio Göksu (antigo Calycadnus), possuindo uma população em torno de 80 mil pessoas, foi fundada pelo imperador seleuco Nicator I (um dos generais de Alexandre, o grande), no século III AC. No século II AC a cidade tornou-se um centro religioso, possuindo importante templo dedicado a Júpiter. Silifke (Seleucia) foi local de nascimento de importantes filósofos, tais como Xenarchus e Athenaeus. Seleucia também teve seu papel de destaque com relação ao cristianismo, já que abrigou três importantes concílios da igreja cristã, o Concílio de Seleucia, realizados em 325, 359 e 410 DC.
O castelo de Silifke (Silifke kalesi) foi construído no século IV AC, durante o período helenístico, sendo reformado quase que totalmente durante o período bizantino, sendo utilizado como fortaleza de proteção contra os árabes. No século XII DC, durante a terceira cruzada, o castelo foi capturado pelos armênios sob o comando do futuro imperador Leo I. Em 1210 os armênios entragaram o castelo à ordem dos Cavaleiros Hospitalários, a fim de que os mesmos pudessem defender a região dos ataques dos turcos-seljúcidas. Em 1236 o castelo foi aumentando, e finalmente, em 1476, foi capturado pelo império otomano. O atual castelo é composto de ruínas de 23 torres, cisternas, depósitos de comidas e armas, além de mais de 60 habitações. A seguir, fotos da cidade de Silifke e do castelo, que continua sendo escavado e restaurado pela Universidade de Selçuk.
A cidadezinha de Silifke está situada há 80 Km da cidade de Mersin, às margens do rio Göksu (antigo Calycadnus), possuindo uma população em torno de 80 mil pessoas, foi fundada pelo imperador seleuco Nicator I (um dos generais de Alexandre, o grande), no século III AC. No século II AC a cidade tornou-se um centro religioso, possuindo importante templo dedicado a Júpiter. Silifke (Seleucia) foi local de nascimento de importantes filósofos, tais como Xenarchus e Athenaeus. Seleucia também teve seu papel de destaque com relação ao cristianismo, já que abrigou três importantes concílios da igreja cristã, o Concílio de Seleucia, realizados em 325, 359 e 410 DC.
O castelo de Silifke (Silifke kalesi) foi construído no século IV AC, durante o período helenístico, sendo reformado quase que totalmente durante o período bizantino, sendo utilizado como fortaleza de proteção contra os árabes. No século XII DC, durante a terceira cruzada, o castelo foi capturado pelos armênios sob o comando do futuro imperador Leo I. Em 1210 os armênios entragaram o castelo à ordem dos Cavaleiros Hospitalários, a fim de que os mesmos pudessem defender a região dos ataques dos turcos-seljúcidas. Em 1236 o castelo foi aumentando, e finalmente, em 1476, foi capturado pelo império otomano. O atual castelo é composto de ruínas de 23 torres, cisternas, depósitos de comidas e armas, além de mais de 60 habitações. A seguir, fotos da cidade de Silifke e do castelo, que continua sendo escavado e restaurado pela Universidade de Selçuk.
sábado, 1 de dezembro de 2012
Exposição "Crianças de Ouro" ( Altin Çocuklar) - Museu Pera
O Museu Pera, em Istambul, é um dos museus mais interessantes de se visitar na Turquia, pois está sempre oferecendo importantes exposições temporárias (além das belíssimas exposições permanentes), exibindo, geralmente, coleções de renomados artistas europeus (já escrevi sobre o museu em 27 de dezembro de 2011).
Atualmente o Museu Pera está exibindo uma belíssima exposição intitulada: " Crianças de Ouro" . Constam da mostra 57 retratos de crianças nobres e aristocrátas de toda a europa, do século XVI ao século XIX. Algumas dessas crianças da realeza tornaram-se importantes reis e rainhas. Através dos retratos é possível observar-se as algumas tradições aristocráticas, o que era considerado moda naquela época, além de fazer uma retrospectiva da história política da europa. Além dos retratos das crianças da nobreza européia, o visitante pode apreciar os belíssimos retratos da princesa Mihrimah (chamada pelos europeus de Cameria), filha do casal de sultões Hürrem e Suleyman, o magnífico, e o retrato do príncipe otomano Abdürrahim Efendi.
A exposição acontece até o dia 6 de janeiro de 2013, sendo patrocinada pela Embaixada da Espanha e pelo Instituto Cervantes. O preço do ingresso é de 10 TL (equivalente a 10 reais). O endereço do Museu Pera é: Mesrutiyet Cad, 65 - Beyoglu - Istambul.
Vista da fachada do Museu Pera.
Sultana Mihrimah, pintada provavelmente por um seguidor do pintor italiano Cristófano Dell Altíssimo, século XVI.
Príncipe Abdürrahim Efendi, pintado em 1900 por Fausto Zonaro.
Príncipe Phillip Emannuel de Savoy, pintado por Giovannie Caracca.
Carolina Matilda de Gales, pintada por Willem Verelst.
Thomas Plumer Byde e seu irmão John Byde, pintados por Enoch Seeman, século XVIII (nota-sa que os meninos vestem vestidos. Naquela época era moda na aristocracia os meninos usarem vestidos longos)
Rei Edward VI, Príncipe de Gales.
Luís XII, pintado pelo jovem Frans Pourbus, 1610.
Luís XIV e seu irmão Philippe D' Orleans, pintados por Charles Beaubrun, 1642 ( os príncipes vestem vestidos, como meninas, pois era moda na aristocracia da época vesti-los dessa forma)
Retrato de um bebê, atribuído a Luis XIV.
Luis XV, retratado por um pintor da escola francesa, 1715.
Imperador austríaco, Joseph II, quando bebê.
Futura Rainha Isabel II, da Espanha.
Infanta Margarita Teresa, da Espanha.
A infanta Anne, da Áustria.
Retrato de uma menina de vestido azul, nos jardins do palácio. Pintada por Willem Verelst.
Retrato de 4 crianças, pintadas pelo grupo de Gerard Soest.
Vista geral do segundo andar da exposição.
Entrada do segundo andar da exposição.
Entrada da exposição.
Um dos elevadores do museu decorado com cópia de um dos retratos da exposição.
Atualmente o Museu Pera está exibindo uma belíssima exposição intitulada: " Crianças de Ouro" . Constam da mostra 57 retratos de crianças nobres e aristocrátas de toda a europa, do século XVI ao século XIX. Algumas dessas crianças da realeza tornaram-se importantes reis e rainhas. Através dos retratos é possível observar-se as algumas tradições aristocráticas, o que era considerado moda naquela época, além de fazer uma retrospectiva da história política da europa. Além dos retratos das crianças da nobreza européia, o visitante pode apreciar os belíssimos retratos da princesa Mihrimah (chamada pelos europeus de Cameria), filha do casal de sultões Hürrem e Suleyman, o magnífico, e o retrato do príncipe otomano Abdürrahim Efendi.
A exposição acontece até o dia 6 de janeiro de 2013, sendo patrocinada pela Embaixada da Espanha e pelo Instituto Cervantes. O preço do ingresso é de 10 TL (equivalente a 10 reais). O endereço do Museu Pera é: Mesrutiyet Cad, 65 - Beyoglu - Istambul.
Vista da fachada do Museu Pera.
Sultana Mihrimah, pintada provavelmente por um seguidor do pintor italiano Cristófano Dell Altíssimo, século XVI.
Príncipe Abdürrahim Efendi, pintado em 1900 por Fausto Zonaro.
Príncipe Phillip Emannuel de Savoy, pintado por Giovannie Caracca.
Carolina Matilda de Gales, pintada por Willem Verelst.
Thomas Plumer Byde e seu irmão John Byde, pintados por Enoch Seeman, século XVIII (nota-sa que os meninos vestem vestidos. Naquela época era moda na aristocracia os meninos usarem vestidos longos)
Rei Edward VI, Príncipe de Gales.
Luís XII, pintado pelo jovem Frans Pourbus, 1610.
Luís XIV e seu irmão Philippe D' Orleans, pintados por Charles Beaubrun, 1642 ( os príncipes vestem vestidos, como meninas, pois era moda na aristocracia da época vesti-los dessa forma)
Retrato de um bebê, atribuído a Luis XIV.
Luis XV, retratado por um pintor da escola francesa, 1715.
Imperador austríaco, Joseph II, quando bebê.
Futura Rainha Isabel II, da Espanha.
Infanta Margarita Teresa, da Espanha.
A infanta Anne, da Áustria.
Retrato de uma menina de vestido azul, nos jardins do palácio. Pintada por Willem Verelst.
Retrato de 4 crianças, pintadas pelo grupo de Gerard Soest.
Vista geral do segundo andar da exposição.
Entrada do segundo andar da exposição.
Entrada da exposição.
Um dos elevadores do museu decorado com cópia de um dos retratos da exposição.
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