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sábado, 2 de abril de 2016

Feira de artesanato de Ortaköy

Já escrevi sobre o bairro de Ortaköy, em Istambul, anteriormente. Mas hoje gostaria de comentar mais sobre a tradicional feira de artesanato local que ocorre aos domingos. A feira é realmente muito interessante, existem muitos stands e lojas que vendem jóias, bijuterias, antiguidades, livros e vários tipos de artesanato. Tudo muito lindo e, muitas vezes original e exclusivo.No verão algumas bancas abrem todos os dias.
Na minha opinião um passeio a Ortaköy, e a sua feira de artesanato, é destino obrigatório para quem gosta de trabalhos manuais e de artigos exclusivos.
Outra coisa bastante interessante da feira são as máquinas que lá foram instaladas, pela prefeitura do bairro de Besiktas, onde se colocam garrafas pets de água mineral vazias e imediatamente porções de ração para cães são depositadas em comedouros para alimentar animais de rua. Se a garrafa estiver cheia, existe a opção de esvaziar a garrafa, também na máquina, e a mesma cairá em um bebedouro onde os animais poderão beber tranquilamente.  Essa máquina para mim é fantástica, uma excelente idéia para ajudar aos animais de rua muitas vezes sedentos e famintos. O Brasil e os demais países deveriam copiar essa idéia turca!





                                                           Vista de uma parte da feira

                         



                                                          Banca de colares artesanais


                                                     


                                                                    Mais colares



                                                 A artesã mostrando seu trabalho


                                                      Mais bancas e restaurantes


         Máquinas solidárias que recebem garrafas de água mineral usadas e despejam ração e água                  nesses bebedouros e comedouros para animais de rua.



                                                Detalhe da garrafa de água sendo depositada na máquina
                                               

domingo, 27 de março de 2016

Novo Blog: Outras Pairagens

Queridos amigos e seguidores, criei um novo blog para falar de lugares fora da Turquia, mas continuarei a postar aqui, como sempre, novos artigos sobre a linda Turquia. Senti a necessidade de criar um novo blog porque faço viagens para lugares fora da Turquia e, como existem muitos lugares interessantes nesse mundo, resolvi colocar todas essas informações em um blog separado, para não misturar com os temas relativos a esse país.
Convido a todos a me seguirem também no blog Outras Pairagens

sábado, 19 de março de 2016

Templo de Artêmis (Artemis Tapınağı)

O Templo de Artêmis, a deusa da caça ou Diana (para os romanos), foi uma das 7 maravilhas do mundo antigo, localizado na antiga cidade de Éfesus, atual Selçuk,  cerca de 50 km da cidade de Izmir, na Turquia.
O templo de culto à deusa Artêmis foi construído por inciativa do rei Creso, de Lydia, por volta do ano 650 AC e levou 120 anos para ficar pronto. De grandes proporções, magnitude e beleza, foi descrito por Antipátro de Sidon, quem teria elaborado a lista com as 7 maravilhas do mundo antigo, como: " Pousei meus olhos sobre a muralha da doce Babilônia, que é uma calçada para as carruagens, e a estátua de Zeus dos Alfeos, os jardins suspensos, o maravilhoso sol, e a grande obra das enormes pirâmides, a enorme tumba de Mausoléu, mas quando vi a casa de Artêmis, ali no meio das nuvens, esses outros mármores perderam seu brilho e disse: depois do Olympo, o sol nunca pareceu tão grande"
O templo atraía comerciantes, reis e peregrinos, a maioria deixava grandes doações em jóias, o que deixava o local ainda mais esplendoroso.
Conta uma lenda que em 21 de julho de 356 AC, dia em que nasceu o imperador Alexandre, o Grande, um psicopata incendiário, de nome Herostratus, tentou se transformar em imortal colocando fogo no templo. Plutarco escreveu que Artêmis não salvou seu próprio templo porque estava dando atenção ao nascimento do imperador. Os efésius ficaram tão bravos com Herostratus que esse nome foi proibido de ser pronunciado e quem fizesse uma simples menção ao nome seria condenado a morte. Vinte e dois anos depois, Alexandre, o Grande, em sua viagem à Àsia Menor, esteve em Éfesus e se ofereceu para reconstruir o templo, o que não foi aceito. O povo de Éfesus disse que não era justo um deus construir um templo para outro deus.
O tempo foi reconstruído, mas em 263 DC, foi saqueado pelo Imperador Nero e destruído pelos góticos. No século IV foi reconstruído novamente, mas no final desse mesmo século foi abandonado, pois o povo de Éfesus havia se convertido ao cristianismo, em sua maioria, e o templo foi perdendo o interesse. Os cristãos o destruíram e o utilizaram como pedreira para a retirada do mármore e construção de novas edificações, incluindo igrejas, nos arredores. Algumas das colunas do período helenístico foram utilizadas na construção da Basílica de Santa Sofia, em Istambul e podem ser apreciadas ainda hoje.
O templo de Artêmis era tão importante no mundo antigo que foi mencionado na Bíblia em Atos dos Apóstolos 19, 24-28.
Artêmis era uma deusa grega, virgem e caçadora, irmã gêmea de Apollo e substituiu a titan Selene como deusa da lua.
Foi divulgado no ano 2008, pelo Centro Artêmis de Cultura de Selçuk, que o templo seria reconstruído, pela terceira vez na história, há cerca de 1.500 metros do original e que teria o suporte financeiro de diversas entidades e contaria com  cientistas austríacos e arquitetos suíços e que custaria cerca de 150 milhões de dólares.
Hoje resta muito pouco do que foi esse magnífico templo, como vocês podem observar nas fotos, mas uma visita ao local é realmente muito interessante, até mesmo por sua proximidade das ruínas do que foi a grande igreja do apóstolo João.






                                             Coluna que restou do Templo de Artêmis com o castelo de Selçuk ao fundo e a igreja, a direita, construída em homenagem ao apóstolo João. A mesquita a esquerda é contemporânea.


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                                                              Parte das colunas


                                     Detalhe da coluna com ninho de gaivotas no topo.



                        Parte do templo está submersa. As escavações foram interrompidas no
o século passado. Ainda resta muita coisa por se descobrir no local.




                      Vista geral do espaço que ocupou o templo, com suas ruínas.




Planta do que foi o templo de Artêmis

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Santa Tecla (Azize Thekla)

Santa Tecla foi a primeira mártir do sexo feminino da igreja cristã (Século I), venerada pelas igrejas católica e ortodoxa. O único registro que se conhece sobre ela é proveniente do livro apócrifo, do século II, chamado "Atos de Paulo e Tecla", onde ela é mencionada como seguidora do Apóstolo Paulo.
Santa Tecla vivia na atual cidade de Konya (Iconium nome da cidade na antiguidade), Turquia. Ela era noiva e estava de casamento marcado, mas após escutar as pregações do Apóstolo Paulo, que estava na cidade com o seu discípulo Barnabás, se converteu e decidiu não se casar mais e dedicar sua vida a divulgar a boa nova do cristianismo.  Sua mãe e seu noivo não concordaram com a decisão de Tecla e decidiram pedir ao governador da cidade que punisse Paulo pelo ocorrido. O Apóstolo foi então preso. Tecla conseguiu fugir de casa e foi visitar Paulo na prisão. Lá foi descoberta por sua família que solicitou sua punição ao governador. Tecla foi pressionada a renunciar ao cristianismo ou seria queimada. Como não renunciou sua fé, foi enviada a fogueira. No entanto, na hora em que estava por ser queimada os céus se abriram e uma tempestade caiu no local, apagando as chamas. Tecla foi então libertada e foi ao encontro de Paulo. O apóstolo e Tecla teriam então viajado para Seleucia, atual Silifke, cidade às margens do Mar Meditarrâneo. Tecla decidiu estabelecer-se no local e dedicar sua vida a falar sobre Jesus Cristo para aquele povo. Paulo seguiu viagem para pregar em outros lugares. Tecla passou a residir em uma caverna, onde ficava reclusa, em orações. Tecla tornou-se então, a maior combatente aos cultos politeístas a Júpiter, Minerva e Sarpedon, muito comuns naquela área no século I. Tecla ficou conhecida em toda a região por curar enfermos que iam a sua caverna em busca de cura para suas enfermidades.
De acordo com escritos da época, Tecla não teria morrido, teria simplesmente ficado escondida nas profundezas de sua caverna, por ocasião de um ataque que sofreu de criminosos que invadiram o local com a finalidade de matar-la.
Acredita-se que Tecla tenha continuado a curar pessoas mesmo após seu desaparecimento, tendo aparecido para o imperador Zeno (474-491 DC), que foi destronado após um curto reinado. Tecla teria dito a Zeno que ele seria reconduzido ao trono novamente. O fato realmente aconteceu e o imperador mandou construir uma grande igreja ao lado da caverna de Tecla como forma de agradecimento.
Na antiguidade, a igreja de Santa Tecla era um dos locais mais visitados pelos peregrinos cristãos na Turquia, assim como a igreja de São João em Efésus. O local perdeu sua importância após o domínio muçulmano da região.
A data comemorativa de Santa Tecla é 23 de setembro (24 de setembro nas igrejas do oriente)
Ao lado da caverna de Santa Tecla existem ruínas de 4 igrejas, diversas cisternas e aquedutos. As escavações no local começaram em 1907, no entanto, foram interrompidas, restando ainda locais a serem escavados.
Se você estiver pela região de Mersin, não deixe de visitar essa singela caverna onde teria vivido essa mártir cristã tão pouco conhecida na atualidade.




                                                           Imagem de Santa Tecla




                                               Imagem de Santa Tecla dentro da caverna



                                                              Entrada da caverna


                                                          Escada que dá acesso a caverna



                                                       Interior da caverna




                                                  Vista da escada de acesso a caverna do lado de dentro



                                                           Um dos cômodos da caverna

                                                 
                                                         Outro cômodo da caverna




                                          Cisterna de água próximo a caverna de Santa Tecla




                                                                       Vista interior da cisterna
                         

                             Ruína que restou da grande basílica que existia no local em culto a Santa Tecla

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Parques em Ankara

A cidade de Ankara, capital da Turquia, era um pequeno vilarejo antes da transferência da capital de Istambul para Ankara em 1923. Nasceu como uma cidade mais ou menos planejada e, pensando no conforto e no bem estar da população, que começou a crescer cada vez mais desde a implementação da República turca, foi que o fundador da nação, Mustafá Kemal Atatürk, idealizou a cidade com muitos parques.
Ankara possui diversos parques muito bem estruturados, com quadras para a prática de esportes, pistas para corridas ou caminhadas, churrasqueiras, restaurantes e lanchonetes ou simplesmemte muito verde  onde o morador ou visitante pode disfrutar de um agradável piquenique com a família.
Um dos fatos que mais me chamou a atenção nesses parques de Ankara é o fato de existirem neles muitos "moradores" adotados pela população, pelas administrações dos parques e até mesmo pelos donos de restaurantes e lanchonetes: os cães de rua. Em muitos desses parques esses cães possuem nome e são conhecidos por todos, participando das brincadeiras das crianças, dos churrascos e dos piqueniques juntamente com os frequentadores.
Já tinha postado sobre o Lago Eymir (vale a pena ler ), que também é um parque, embora na maior parte do tempo seja de uso restrito. Também tinha postado sobre o Vale Dikmen ( não deixe de ler ), que tem um parque lindo.
O meu parque favorito é com certeza Ahlatilibel, localizado no bairro de Incek, é um parque pequeno em comparação com os demais na cidade, não possui lago, mas tem uma aura acolhedora, com seus cães lindos e amigáveis, sua área de piquenique com muito céu aberto para olhar as estrelas.
Uma curiosidade do povo turco é que no verão, como os dias são sempre muito ensolarados e quentes, as pessoas vão para os parques a noite! E lá fazem seus piqueniques noturnos até cerca de meia-noite! Nada como se viver em um país onde se tem segurança para irmos aos parques a noite e disfrutar do que ela pode oferecer!




                                                           Parque do Vale Dikmen



Porque parque é bom até com neve! Ahlatilibel


Mogan Parque

                                                   


                                                       Parque do Lago Golbasi



                                                              Parque do Lago Golbasi





                                                         Ahlatilibel Parque



                                                         Ahlatilibel Parque


                                                       Minik, um dos cães de Ahlatilibel



                           Essa é a Tony, cachorra do parque de Ahlatilibel que já tem uns 15 anos de idade :)                                                  
                                              

                Esse cãozinho de Ahltilibel foi adotado, seu nome era Arkadaş (que significa amigo em turco)




terça-feira, 20 de outubro de 2015

Novelas turcas na América Latina

Hoje vou comentar sobre o tema do sucesso das novelas turcas na América Latina.
O estrondoso sucesso das produções turcas, sobretudo na Argentina e no Chile ( além de México, Peru, Uruguai, Paraguai ,Venezuela e Brasil ), estão desbancando as produções brasileiras nesses países. O Brasil como todos sabem é um dos países com maior tradição e qualidade de produção da teledramaturgia. No entanto, depois do desembarque das novelas turcas no continente, está cada vez mais perdendo espaço para os turcos. E por que esse fenômeno ocorre na América Latina? Por que novelas de um país supostamente tão diferente culturalmente fazem tanto sucesso por aqui? A resposta parece bastante simples, embora muitas pessoas desconheçam a realidade turca, a cultura do país em termos religiosos e de estrutura social e familiar são diferentes sim da nossa em alguns pontos. Por exemplo, a família tem um valor muito grande por aqui e está sempre em primeiro lugar. Os turcos são realmente muito apegados a família de uma forma que, a meu ver, é até meio "grudento" demais. Uma coisa que aqui realmente me encanta é a prática da gentileza. Os turcos são realmente pessoas que seguem o protocolo da boa educação e convivência social, cumprimentam as pessoas, pedem desculpas e respeitam as tradições, a moral e os bons costumes ( estou falando de um modo geral, é claro que aqui também tem gente mal educada e grossa).  A Turquia deve ser entendida como um país laico, não um país onde o estado e a religião estão misturadas (embora atualmente haja uma confusão nesse sentido devido ao governo conservador). Os turcos, devido a tradição do império otomano, são apreciadores da arte em geral, e por isso, até mesmo nos lugares mais simples, como estações de metrô, é possível ver nas paredes pinturas refinadas feitas em cerâmica.
Bom, por que eu comentei um pouco sobre o povo turco se o tema aqui são as novelas? Meu comentários são para embasar o por quê do sucesso dessas novelas por aqui: A América Latina como um todo passa por crises políticas, escândalos de corrupção por todos os lados, e também pela perda de certos valores morais que foram sendo abandonados ao longo das gerações. As novelas brasileiras perdem espaço porque relatam sempre muita violência, pobreza, sexo e a perda dos valores familiares e morais. O povo já se cansou disso tudo, de ver filhos desrespeitando os pais, de apologia ao sexo e ao crime, de ver lugares feios e de miséria. Essa fórmula já não faz mais sucesso. A teledramaturgia brasileira deve rever seus conceitos urgentemente. Um dos fatores que faz o povo amar as novelas turcas é exatamente o que falta nas nossas produções, a delicadeza da filmagem de algumas cenas, por exemplo (reparem na novela Fatmagül, exibida pela Band,  muitas vezes as cenas são cortadas por um revoar de pássaros, por folhas caindo no outono), a preocupação por mostrar o belo, por mostrar o valor que a família tem, por reviver os valores morais e comportamentais que há muitos anos perdemos. O público latino americano já vive a violência no seu dia-a-dia, por isso está cansado e não quer mais ver isso em seu momento de lazer, quer ver as estórias de amor, quer apreciar o belo, quer ver o diferente, quer ver galãs meio a moda antiga, enfim, quer sonhar.  Logicamente que as novelas turcas também mostram violência algumas vezes, mas a mesma  fica ofuscada pela beleza de outras cenas e da mensagem que os momentos de ternura são capazes de mostrar.
É dessa forma que eu entendo esse sucesso todo na América Latina, onde já existem até fã clubes para atores turcos!
Eu já tinha publicado aqui no blog um post sobre a novela Magnífico Século, que provavelmente será mostrada aqui no Brasil também.
Vida longa às produções turcas nas Américas !!!  E as novelas recheadas de galãs para todos os gostos!




                                             Personagem Kerim na novela de Fatmagül



                                                 Personagem Mustafá de Fatmagül


                     
                                             Onur e kerem da novela Mil e Uma Noites



                                               Engin Akyürek interpreta Kerim


                                                           Erdogan em Fatmagül


                                                         Selim em Fatmagül


                                  Como comentei, um exemplo de pinturas em cerâmica nas estações de metrô de Istambul

                                                Outro exemplo das pinturas nas estações de trem 

sábado, 19 de setembro de 2015

Igreja de Santa Irene ( Hagia Irene )

Desde que fui morar na Turquia, em 2010, sempre tive desejo de conhecer a Igreja de Santa Irene, porém a mesma esteve fechada à visitação por muitos anos, só era aberta em ocasiões e eventos muito especiais, como concertos de música clássica, pois a acústica local seria excelente para esse tipo de apresentação musical.
Para minha agradável surpresa, estava passeando por Istambul, no começo de fevereiro do ano passado, revisitando alguns dos meus locais históricos favoritos, quando passo em frente a igreja e vejo que está aberta e com uma placa informando o preço e o horário de visitação! Logicamente corri para porta de entrada imediatamente, eufórica com a ótima novidade.
A igreja de Santa Irene ( Hagia Irene em turco ) , que significa "Paz Divina " em grego,  foi construída no ano 324 DC em cima de um local onde existiu um templo em honra a Afrodite, e foi considerada a maior igreja do império Bizantino, usada como catedral até o ano 360 DC, quando a primeira igreja de Santa Sofia ( a famosa Hagia Sofia ) foi construída e considerada a Mega Igreja. Hagia Irene foi parcialmente destruída em um terremoto em 532, sendo restaurada pelo Imperador Justiniano I. Ao longo dos séculos a igreja sofreu destruições causadas por terremotos e incêndios.
A igreja serviu como sede do Patriarcado de Constantinopla até a finalização total da Basílica de Santa Sofia, em 537 DC.
Em 1453, após a conquista de Constantinopla, Hagia Irene foi incorporada ao Palácio Topkapi e convertida em depósito de armas. Durante o reinado do Sultão Ahmed III ( 1703-1730 ), a igreja foi transformada em museu de armas . No começo do século XX a igreja foi esvaziada e fechada por muitos anos, até o início das restaurações.
Aconselho a visita aos amantes da história, da arqueologia e aos que apreciam a arquitetura. Aos que não apreciam essas coisas a visita poderá ser decepcionante, pois a igreja está vazia, sem imagens de santos, exceto por uma grande cruz, já que se trata de uma igreja restaurada completamente no período iconoclasta ( movimento cristão religioso - séculos VII e VIII - que repudiava as imagens de santos e até mesmo as destruía ).




                                                                   Vista externa



                                                              Corredor de Entrada





                                                                 Um dos corredores

                                               

                                                  Uma das galerias da igreja



                                                                    Teto



                                                          A grande cruz no teto do  altar



                                                 Pedaços do que foram mosaicos no teto



                                                  Jardim interno com tumbas


                                                                           Galeria




                                                               Vista da área interna



                                                                  Corredor

                                                         

                                                Púlpito com a grande cruz no teto



                                                          Vista externa com Hagia Sofia ao fundo